sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Caracterização da escola


CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA


   A Escola Municipal Durval Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
       A escola orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a diversidade.



Figura 1 – Fachada da unidade escolar

CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA


   A Escola Municipal Durval Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
       A escola orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a diversidade.


A escola Municipal Durval Souza Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense nos anos de 1980 a 1984.
Quadro 1 – Dados cadastrais da unidade escolar
Unidade escolar
Escola Municipal Durval Souza Bagano
Endereço
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
Telefones

E-mail
Escoladsb2010@hotmail
Home-page ou Blog
Cadastro no MEC/Inep
99929011
Autorização de funcionamento
 Diário Oficial: 17 /12 /2004         Ato de Criação: 222 104  
Classificação Ideb

Ano
2005
2007

Unidade escolar
3,2
3,5

Município
3,7
3,8
Modalidades de ensino
Fundamental II e EJA II e III
Quantitativo de alunos
311



ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA


 A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola,  a Escola Estadual de Soares que funcionava nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano, tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia Oliveira de Melo.
É uma gestão de pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática, participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo que realiza.


Figura 2 – Organograma da unidade escolar

 
 


CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA


   A Escola Municipal Durval Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
       A escola orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a diversidade.



Figura 1 – Fachada da unidade escolar


A escola Municipal Durval Souza Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense nos anos de 1980 a 1984.
Quadro 1 – Dados cadastrais da unidade escolar
Unidade escolar
Escola Municipal Durval Souza Bagano
Endereço
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
Telefones

E-mail
Escoladsb2010@hotmail
Home-page ou Blog
Cadastro no MEC/Inep
99929011
Autorização de funcionamento
 Diário Oficial: 17 /12 /2004         Ato de Criação: 222 104  
Classificação Ideb

Ano
2005
2007

Unidade escolar
3,2
3,5

Município
3,7
3,8
Modalidades de ensino
Fundamental II e EJA II e III
Quantitativo de alunos
311



ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA


 A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola,  a Escola Estadual de Soares que funcionava nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano, tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia Oliveira de Melo.
É uma gestão de pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática, participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo que realiza.


Figura 2 – Organograma da unidade escolar

 
 





 ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA


A escola esta estruturada da seguinte maneira:
a-      Seis salas de aulas;
b-      Uma sala de professores
c-      Uma diretoria
d-     Uma secretaria
e-      Uma sala de laboratório PROINFO
f-       Banheiro masculino e Feminino
g-      Quadra poliesportiva
h-      Cantina
i-        Depósito

Quadro 2 – Recursos da unidade escolar
Tipo do recurso
Descrição
Quantidade
Equipamentos
Computador
02
Retroprojetor
01
Copiadora
01
Impressora
02
Televisão
01
Aparelho de DVD e caixa de Som
01 de cada
Quadro branco
08
Material didático
Livros paradidáticos
2110
Papel metro pardo e branco
01 bubina da cada
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
Suficiente
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para quadro branco
Suficiente


Carteiras dos alunos
150
Mesa e cadeira achoxoada para professores
07
Mobiliário
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e vice-diretora
01 de cada
Armário
06
Almoxarifado
03












 PERFIL DOS ESTUDANTES


Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o controle da família. Sua renda e baseada  na bolsa família .Tendo o  futebol como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as quatros operações e leitura e escrita
                

   PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO


A maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do cartão bolsa família devido a grande seca  que assola em  nossa região.


CONSELHO ESCOLAR

O conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos conselheiros.
A princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda existe, mas não atuante.



 


PPP .A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização, construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.


 

Missão


A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança, respeito e transparência.


        Visão


A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.



      Valores


A comunidade escolar tem como valores:
Ø  Qualidade;
Ø  Transparência;
Ø  Respeito;




Objetivos e metas


Ø  Apresentar oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø  Dar-se à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø  Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade.
                                                                                                            

Quadro 3 – Objetivos e metas da unidade escolar (estabelecidas no PPP atual)
Objetivo
Meta(s)
Prazo
Responsável (is)
Status
Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade
100% dos professores com formação continuada
Durante todo ano letivo
Equipe gestora via SEMEC


Os objetivos estabelecidos no ppp sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar decisões coletivas.

 

GESTÃO ESCOLAR


      Ao abordar Gestão escolar e preciso fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão pregada gestão democrática e participativa nas escolas. 
       As escolas são organizadas, e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de relações humanas e sociais com fortes características interativas que diferenciam das empresas convencionais.

      A gestão escolar compreendida como ação ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do papel do diretor é a busca pela autonomia.

A gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo número de incumbências às escolas, como:
Elaborar e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; informar os pais     responsáveis sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.

A discussão acerca da democratização de educação escolar já  faz parte da realidade dos professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a década de 80,  atrelada a uma questão mais ampla ­–o processo de democratização política do pais. Esse período da historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de acesso e permanência dos alunos na escola, na construção  de propostas curriculares compromissadas com as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.

 

DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR


Considerando ainda que a democracia é um processo, e como tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de forma democrática  e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo decisório  com base participativa. Tal concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e, segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as instancias da sociedade.

A concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a participação das instancias  colegiadas e organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário, exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável, consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e autoridade irrestrita sobre os demais.

Ao diretor cabe, então, o papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo, um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da instituição escolar.
Dessa forma, a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade de mudança.

PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.

BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396 de 20 de dezembro de 1996.


BRASIL. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96, Editora do Brasil, 1996.




 ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA


A escola esta estruturada da seguinte maneira:
a-      Seis salas de aulas;
b-      Uma sala de professores
c-      Uma diretoria
d-     Uma secretaria
e-      Uma sala de laboratório PROINFO
f-       Banheiro masculino e Feminino
g-      Quadra poliesportiva
h-      Cantina
i-        Depósito

Quadro 2 – Recursos da unidade escolar
Tipo do recurso
Descrição
Quantidade
Equipamentos
Computador
02
Retroprojetor
01
Copiadora
01
Impressora
02
Televisão
01
Aparelho de DVD e caixa de Som
01 de cada
Quadro branco
08
Material didático
Livros paradidáticos
2110
Papel metro pardo e branco
01 bubina da cada
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
Suficiente
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para quadro branco
Suficiente


Carteiras dos alunos
150
Mesa e cadeira achoxoada para professores
07
Mobiliário
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e vice-diretora
01 de cada
Armário
06
Almoxarifado
03












 PERFIL DOS ESTUDANTES


Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o controle da família. Sua renda e baseada  na bolsa família .Tendo o  futebol como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as quatros operações e leitura e escrita
                

   PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO


A maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do cartão bolsa família devido a grande seca  que assola em  nossa região.


CONSELHO ESCOLAR

O conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos conselheiros.
A princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda existe, mas não atuante.



 


PPP .A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização, construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.


 

Missão


A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança, respeito e transparência.


        Visão


A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.



      Valores


A comunidade escolar tem como valores:
Ø  Qualidade;
Ø  Transparência;
Ø  Respeito;




Objetivos e metas


Ø  Apresentar oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø  Dar-se à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø  Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade.
                                                                                                            

Quadro 3 – Objetivos e metas da unidade escolar (estabelecidas no PPP atual)
Objetivo
Meta(s)
Prazo
Responsável (is)
Status
Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade
100% dos professores com formação continuada
Durante todo ano letivo
Equipe gestora via SEMEC


Os objetivos estabelecidos no ppp sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar decisões coletivas.

 

GESTÃO ESCOLAR


      Ao abordar Gestão escolar e preciso fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão pregada gestão democrática e participativa nas escolas. 
       As escolas são organizadas, e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de relações humanas e sociais com fortes características interativas que diferenciam das empresas convencionais.

      A gestão escolar compreendida como ação ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do papel do diretor é a busca pela autonomia.

A gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo número de incumbências às escolas, como:
Elaborar e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; informar os pais     responsáveis sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.

A discussão acerca da democratização de educação escolar já  faz parte da realidade dos professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a década de 80,  atrelada a uma questão mais ampla ­–o processo de democratização política do pais. Esse período da historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de acesso e permanência dos alunos na escola, na construção  de propostas curriculares compromissadas com as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.

 

DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR


Considerando ainda que a democracia é um processo, e como tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de forma democrática  e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo decisório  com base participativa. Tal concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e, segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as instancias da sociedade.

A concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a participação das instancias  colegiadas e organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário, exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável, consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e autoridade irrestrita sobre os demais.

Ao diretor cabe, então, o papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo, um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da instituição escolar.
Dessa forma, a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade de mudança.

PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.

BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396 de 20 de dezembro de 1996.


BRASIL. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96, Editora do Brasil, 1996.

A escola Municipal Durval Souza Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense nos anos de 1980 a 1984.
Quadro 1 – Dados cadastrais da unidade escolar
Unidade escolar
Escola Municipal Durval Souza Bagano
Endereço
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
Telefones

E-mail
Escoladsb2010@hotmail
Home-page ou Blog
Cadastro no MEC/Inep
99929011
Autorização de funcionamento
 Diário Oficial: 17 /12 /2004         Ato de Criação: 222 104  
Classificação Ideb

Ano
2005
2007

Unidade escolar
3,2
3,5

Município
3,7
3,8
Modalidades de ensino
Fundamental II e EJA II e III
Quantitativo de alunos
311



ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA


 A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola,  a Escola Estadual de Soares que funcionava nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano, tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia Oliveira de Melo.
É uma gestão de pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática, participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo que realiza.


Figura 2 – Organograma da unidade escolar

 
 





 ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA


A escola esta estruturada da seguinte maneira:
a-      Seis salas de aulas;
b-      Uma sala de professores
c-      Uma diretoria
d-     Uma secretaria
e-      Uma sala de laboratório PROINFO
f-       Banheiro masculino e Feminino
g-      Quadra poliesportiva
h-      Cantina
i-        Depósito

Quadro 2 – Recursos da unidade escolar
Tipo do recurso
Descrição
Quantidade
Equipamentos
Computador
02
Retroprojetor
01
Copiadora
01
Impressora
02
Televisão
01
Aparelho de DVD e caixa de Som
01 de cada
Quadro branco
08
Material didático
Livros paradidáticos
2110
Papel metro pardo e branco
01 bubina da cada
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
Suficiente
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para quadro branco
Suficiente


Carteiras dos alunos
150
Mesa e cadeira achoxoada para professores
07
Mobiliário
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e vice-diretora
01 de cada
Armário
06
Almoxarifado
03












 PERFIL DOS ESTUDANTES


Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o controle da família. Sua renda e baseada  na bolsa família .Tendo o  futebol como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as quatros operações e leitura e escrita
                

   PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO


A maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do cartão bolsa família devido a grande seca  que assola em  nossa região.


CONSELHO ESCOLAR

O conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos conselheiros.
A princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda existe, mas não atuante.



 


PPP .A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização, construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem.


 

Missão


A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança, respeito e transparência.


        Visão


A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.



      Valores


A comunidade escolar tem como valores:
Ø  Qualidade;
Ø  Transparência;
Ø  Respeito;




Objetivos e metas


Ø  Apresentar oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø  Dar-se à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø  Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade.
                                                                                                            

Quadro 3 – Objetivos e metas da unidade escolar (estabelecidas no PPP atual)
Objetivo
Meta(s)
Prazo
Responsável (is)
Status
Garantir a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo de oferecer uma educação de qualidade
100% dos professores com formação continuada
Durante todo ano letivo
Equipe gestora via SEMEC


Os objetivos estabelecidos no ppp sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar decisões coletivas.

 

GESTÃO ESCOLAR


      Ao abordar Gestão escolar e preciso fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão pregada gestão democrática e participativa nas escolas. 
       As escolas são organizadas, e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de relações humanas e sociais com fortes características interativas que diferenciam das empresas convencionais.

      A gestão escolar compreendida como ação ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do papel do diretor é a busca pela autonomia.

A gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo número de incumbências às escolas, como:
Elaborar e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente; Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola; informar os pais     responsáveis sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.

A discussão acerca da democratização de educação escolar já  faz parte da realidade dos professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a década de 80,  atrelada a uma questão mais ampla ­–o processo de democratização política do pais. Esse período da historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de acesso e permanência dos alunos na escola, na construção  de propostas curriculares compromissadas com as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.

 

DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR


Considerando ainda que a democracia é um processo, e como tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de forma democrática  e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo decisório  com base participativa. Tal concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e, segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as instancias da sociedade.

A concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a participação das instancias  colegiadas e organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário, exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável, consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e autoridade irrestrita sobre os demais.

Ao diretor cabe, então, o papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo, um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da instituição escolar.
Dessa forma, a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade de mudança.

PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.

BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396 de 20 de dezembro de 1996.


BRASIL. Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96, Editora do Brasil, 1996.

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