CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
A Escola Municipal Durval
Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura
Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito
de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da
comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola
Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de
uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
A escola
orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos
valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a
diversidade.
Figura 1 – Fachada da unidade escolar
CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
A Escola Municipal Durval
Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura
Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito
de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da
comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola
Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de
uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
A escola
orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos
valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a
diversidade.
A escola Municipal Durval Souza
Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América
Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola
extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro
Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense
nos anos de 1980 a 1984.
Quadro
1 – Dados cadastrais da unidade escolar
|
Unidade
escolar
|
Escola Municipal Durval Souza Bagano
|
|||
|
Endereço
|
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
|
|||
|
Telefones
|
|
|||
|
E-mail
|
Escoladsb2010@hotmail
|
|||
|
Home-page
ou Blog
|
||||
|
Cadastro
no MEC/Inep
|
99929011
|
|||
|
Autorização
de funcionamento
|
Diário Oficial: 17 /12 /2004 Ato de Criação: 222 104
|
|||
|
Classificação Ideb
|
|
Ano
|
2005
|
2007
|
|
|
Unidade
escolar
|
3,2
|
3,5
|
|
|
|
Município
|
3,7
|
3,8
|
|
|
Modalidades
de ensino
|
Fundamental II e EJA II e III
|
|||
|
Quantitativo
de alunos
|
311
|
|||
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA
A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de
Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola, a Escola Estadual de Soares que funcionava
nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano,
tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor
Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira
Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia
Oliveira de Melo.
É uma gestão de
pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática,
participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo
que realiza.
|
CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
A Escola Municipal Durval
Souza Bagano foi fundada em 03 de março de 2001, mantida pela a Prefeitura
Municipal de América Dourada, Localizada na Praça da Educação s/n no Distrito
de Soares Município de América Dourado-BA.
A escola funciona em um prédio construído por doação da
comunidade, onde funcionava a antiga CNEC, a qual já funcionou também a Escola
Estadual de Soares, hoje já extinta.
A referida escola recebeu este nome em homenagem ao pai de
uma das pessoas que muito contribuiu pela educação da comunidade.
A escola
orienta seu Projeto Político Pedagógico e suas práticas organizacionais nos
valores da autonomia, solidariedade, criatividade, democracia e respeito pela a
diversidade.
Figura 1 – Fachada da unidade escolar
A escola Municipal Durval Souza
Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América
Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola
extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro
Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense
nos anos de 1980 a 1984.
Quadro
1 – Dados cadastrais da unidade escolar
|
Unidade
escolar
|
Escola Municipal Durval Souza Bagano
|
|||
|
Endereço
|
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
|
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|
Telefones
|
|
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|
E-mail
|
Escoladsb2010@hotmail
|
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|
Home-page
ou Blog
|
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|
Cadastro
no MEC/Inep
|
99929011
|
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|
Autorização
de funcionamento
|
Diário Oficial: 17 /12 /2004 Ato de Criação: 222 104
|
|||
|
Classificação Ideb
|
|
Ano
|
2005
|
2007
|
|
|
Unidade
escolar
|
3,2
|
3,5
|
|
|
|
Município
|
3,7
|
3,8
|
|
|
Modalidades
de ensino
|
Fundamental II e EJA II e III
|
|||
|
Quantitativo
de alunos
|
311
|
|||
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA
A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de
Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola, a Escola Estadual de Soares que funcionava
nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano,
tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor
Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira
Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia
Oliveira de Melo.
É uma gestão de
pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática,
participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo
que realiza.
|
ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA
A escola esta estruturada da
seguinte maneira:
a- Seis
salas de aulas;
b-
Uma sala de professores
c-
Uma diretoria
d-
Uma secretaria
e-
Uma sala de laboratório PROINFO
f-
Banheiro masculino e Feminino
g-
Quadra poliesportiva
h-
Cantina
i-
Depósito
|
Tipo do recurso
|
Descrição
|
Quantidade
|
|
Equipamentos
|
Computador
|
02
|
|
Retroprojetor
|
01
|
|
|
Copiadora
|
01
|
|
|
Impressora
|
02
|
|
|
Televisão
|
01
|
|
|
Aparelho de DVD e caixa de Som
|
01
de cada
|
|
|
Quadro branco
|
08
|
|
|
Material didático
|
Livros paradidáticos
|
2110
|
|
Papel metro pardo e branco
|
01
bubina da cada
|
|
|
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
|
Suficiente
|
|
|
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para
quadro branco
|
Suficiente
|
|
|
|
|
|
|
Carteiras dos alunos
|
150
|
|
|
Mesa e cadeira achoxoada para professores
|
07
|
|
|
Mobiliário
|
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e
vice-diretora
|
01
de cada
|
|
Armário
|
06
|
|
|
Almoxarifado
|
03
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
PERFIL DOS ESTUDANTES
Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios
ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o
controle da família. Sua renda e baseada
na bolsa família .Tendo o futebol
como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as
quatros operações e leitura e escrita
PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO
A
maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do
cartão bolsa família devido a grande seca
que assola em nossa região.
CONSELHO ESCOLAR
O
conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi
feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos
conselheiros.
A
princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na
escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas
com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda
existe, mas não atuante.
PPP
.A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os
conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as
conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade
de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as
instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que
os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto
de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto
político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos
atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização,
construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as
concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da
transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e
preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais
que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do
ensino e da aprendizagem.
Missão
A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de
qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando
os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança,
respeito e transparência.
Visão
A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de
qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.
Valores
A comunidade escolar tem como valores:
Ø
Qualidade;
Ø Transparência;
Ø Respeito;
Objetivos e metas
Ø Apresentar
oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø Dar-se
à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø Garantir
a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade.
|
Objetivo
|
Meta(s)
|
Prazo
|
Responsável (is)
|
Status
|
|
Garantir a
formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade
|
100% dos professores com formação continuada
|
Durante
todo ano letivo
|
Equipe gestora via SEMEC
|
|
Os objetivos estabelecidos no ppp
sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas
diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar
decisões coletivas.
GESTÃO ESCOLAR
Ao abordar Gestão escolar e preciso
fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação
consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação
articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão
pregada gestão democrática e participativa nas escolas.
As escolas são organizadas,
e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação
humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de
relações humanas e sociais com fortes características interativas que
diferenciam das empresas convencionais.
A gestão escolar compreendida como ação
ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de
ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em
torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências
em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do
papel do diretor é a busca pela autonomia.
A
gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos
estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a
dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo
número de incumbências às escolas, como:
Elaborar
e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos
materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas
estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com
as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a
escola; informar os pais responsáveis
sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta
pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.
A discussão acerca da democratização de educação
escolar já faz parte da realidade dos
professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a
década de 80, atrelada a uma questão
mais ampla –o processo de democratização política do pais. Esse período da
historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência
política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na
redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação
como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de
acesso e permanência dos alunos na escola, na construção de propostas curriculares compromissadas com
as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na
implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.
DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR
Considerando ainda que a democracia é um processo, e como
tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação
constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e
construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil
organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na
organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se
legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um
único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias
colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de
forma democrática e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo
decisório com base participativa. Tal
concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e,
segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a
administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a
expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também
atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe
trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as
instancias da sociedade.
A
concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e
o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a
participação das instancias colegiadas e
organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da
estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio
Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se
alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar
democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja
feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário,
exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável,
consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão
do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É
na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada
a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se
encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento
históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de
acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será
ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja
função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e
autoridade irrestrita sobre os demais.
Ao diretor cabe, então, o
papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da
escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo,
um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por
excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a
responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da
instituição escolar.
Dessa forma,
a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela
construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de
reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para
discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem
pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico
e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é
processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade
de mudança.
PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução
Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição
da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396
de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. Lei
de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96,
Editora do Brasil, 1996.
ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA
A escola esta estruturada da
seguinte maneira:
a- Seis
salas de aulas;
b-
Uma sala de professores
c-
Uma diretoria
d-
Uma secretaria
e-
Uma sala de laboratório PROINFO
f-
Banheiro masculino e Feminino
g-
Quadra poliesportiva
h-
Cantina
i-
Depósito
|
Tipo do recurso
|
Descrição
|
Quantidade
|
|
Equipamentos
|
Computador
|
02
|
|
Retroprojetor
|
01
|
|
|
Copiadora
|
01
|
|
|
Impressora
|
02
|
|
|
Televisão
|
01
|
|
|
Aparelho de DVD e caixa de Som
|
01
de cada
|
|
|
Quadro branco
|
08
|
|
|
Material didático
|
Livros paradidáticos
|
2110
|
|
Papel metro pardo e branco
|
01
bubina da cada
|
|
|
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
|
Suficiente
|
|
|
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para
quadro branco
|
Suficiente
|
|
|
|
|
|
|
Carteiras dos alunos
|
150
|
|
|
Mesa e cadeira achoxoada para professores
|
07
|
|
|
Mobiliário
|
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e
vice-diretora
|
01
de cada
|
|
Armário
|
06
|
|
|
Almoxarifado
|
03
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
PERFIL DOS ESTUDANTES
Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios
ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o
controle da família. Sua renda e baseada
na bolsa família .Tendo o futebol
como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as
quatros operações e leitura e escrita
PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO
A
maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do
cartão bolsa família devido a grande seca
que assola em nossa região.
CONSELHO ESCOLAR
O
conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi
feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos
conselheiros.
A
princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na
escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas
com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda
existe, mas não atuante.
PPP
.A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os
conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as
conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade
de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as
instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que
os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto
de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto
político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos
atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização,
construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as
concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da
transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e
preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais
que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do
ensino e da aprendizagem.
Missão
A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de
qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando
os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança,
respeito e transparência.
Visão
A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de
qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.
Valores
A comunidade escolar tem como valores:
Ø
Qualidade;
Ø Transparência;
Ø Respeito;
Objetivos e metas
Ø Apresentar
oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø Dar-se
à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø Garantir
a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade.
|
Objetivo
|
Meta(s)
|
Prazo
|
Responsável (is)
|
Status
|
|
Garantir a
formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade
|
100% dos professores com formação continuada
|
Durante
todo ano letivo
|
Equipe gestora via SEMEC
|
|
Os objetivos estabelecidos no ppp
sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas
diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar
decisões coletivas.
GESTÃO ESCOLAR
Ao abordar Gestão escolar e preciso
fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação
consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação
articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão
pregada gestão democrática e participativa nas escolas.
As escolas são organizadas,
e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação
humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de
relações humanas e sociais com fortes características interativas que
diferenciam das empresas convencionais.
A gestão escolar compreendida como ação
ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de
ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em
torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências
em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do
papel do diretor é a busca pela autonomia.
A
gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos
estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a
dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo
número de incumbências às escolas, como:
Elaborar
e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos
materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas
estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com
as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a
escola; informar os pais responsáveis
sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta
pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.
A discussão acerca da democratização de educação
escolar já faz parte da realidade dos
professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a
década de 80, atrelada a uma questão
mais ampla –o processo de democratização política do pais. Esse período da
historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência
política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na
redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação
como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de
acesso e permanência dos alunos na escola, na construção de propostas curriculares compromissadas com
as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na
implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.
DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR
Considerando ainda que a democracia é um processo, e como
tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação
constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e
construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil
organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na
organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se
legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um
único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias
colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de
forma democrática e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo
decisório com base participativa. Tal
concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e,
segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a
administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a
expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também
atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe
trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as
instancias da sociedade.
A
concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e
o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a
participação das instancias colegiadas e
organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da
estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio
Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se
alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar
democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja
feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário,
exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável,
consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão
do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É
na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada
a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se
encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento
históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de
acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será
ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja
função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e
autoridade irrestrita sobre os demais.
Ao diretor cabe, então, o
papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da
escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo,
um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por
excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a
responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da
instituição escolar.
Dessa forma,
a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela
construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de
reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para
discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem
pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico
e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é
processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade
de mudança.
PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução
Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição
da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396
de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. Lei
de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96,
Editora do Brasil, 1996.
A escola Municipal Durval Souza
Bagano, esta localizada na praça da educação no distrito de soares, América
Dourada Bahia. Foi fundada em 2001, herdando a modalidade de ensino da escola
extinta Estadual de Soares, como também utilizando o prédio da antigo Centro
Educacional Cenecista de Soares - CENEC construída pela a comunidade soarense
nos anos de 1980 a 1984.
Quadro
1 – Dados cadastrais da unidade escolar
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Unidade
escolar
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Escola Municipal Durval Souza Bagano
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Endereço
|
Soares América Dourada –BA praça da Educação S/N
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Telefones
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E-mail
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Escoladsb2010@hotmail
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Home-page
ou Blog
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Cadastro
no MEC/Inep
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99929011
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Autorização
de funcionamento
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Diário Oficial: 17 /12 /2004 Ato de Criação: 222 104
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Classificação Ideb
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Ano
|
2005
|
2007
|
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Unidade
escolar
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3,2
|
3,5
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Município
|
3,7
|
3,8
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Modalidades
de ensino
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Fundamental II e EJA II e III
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Quantitativo
de alunos
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311
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ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA
A Escola tem como Diretor Pedro Oliveira de
Melo, professor há 18 anos, esteve diretor durante 4 anos em outra escola, a Escola Estadual de Soares que funcionava
nas dependências desta e estar ha 3 anos e meio sendo gestor da Durval Bagano,
tem como vice-diretora Nildete Batista Damasceno, que foi secretaria do diretor
Pedro na Escola Estadual de Soares, a Secretária Abenilde Souza de Oliveira
Góis, tem duas coordenadoras: Marilene Vasconcelos Amador e Maria Betânia
Oliveira de Melo.
É uma gestão de
pessoas muito compromissadas com a escola, tem implantado a gestão democrática,
participativa com muita responsabilidade e seriedade com transparência em tudo
que realiza.
|


ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA
A escola esta estruturada da
seguinte maneira:
a- Seis
salas de aulas;
b-
Uma sala de professores
c-
Uma diretoria
d-
Uma secretaria
e-
Uma sala de laboratório PROINFO
f-
Banheiro masculino e Feminino
g-
Quadra poliesportiva
h-
Cantina
i-
Depósito
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Tipo do recurso
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Descrição
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Quantidade
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Equipamentos
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Computador
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02
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Retroprojetor
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01
|
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Copiadora
|
01
|
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|
Impressora
|
02
|
|
|
Televisão
|
01
|
|
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Aparelho de DVD e caixa de Som
|
01
de cada
|
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|
Quadro branco
|
08
|
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Material didático
|
Livros paradidáticos
|
2110
|
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Papel metro pardo e branco
|
01
bubina da cada
|
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|
Cartolina, tesoura,cola,piloto,réguas,
|
Suficiente
|
|
|
Papel oficio, álcool, apagador, lápis para
quadro branco
|
Suficiente
|
|
|
|
|
|
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Carteiras dos alunos
|
150
|
|
|
Mesa e cadeira achoxoada para professores
|
07
|
|
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Mobiliário
|
Mesa do diretor, secretaria, coordenadora e
vice-diretora
|
01
de cada
|
|
Armário
|
06
|
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Almoxarifado
|
03
|
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|
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|
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|
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PERFIL DOS ESTUDANTES
Nossos alunos tem moradia fixa, a maioria mora com pais, tios
ou algum parente. São filhos de agricultores com renda o suficiente para o
controle da família. Sua renda e baseada
na bolsa família .Tendo o futebol
como esporte preferido.Apresentam dificuldade de aprendizagem em resolver as
quatros operações e leitura e escrita
PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO
A
maior fonte de rende hoje e gerada através dos trabalhos de irrigações e do
cartão bolsa família devido a grande seca
que assola em nossa região.
CONSELHO ESCOLAR
O
conselho escolar foi recentemente criado, porem não tem atuação ativa. Foi
feito dentro dos objetivos propostos com escolha democrática e posses dos
conselheiros.
A
princípio os membros do conselho eram atuantes, com frequência regular na
escola e a comunidade escolar percebia e aprovava esta atuação dos mesmos, mas
com o tempo foi se afastando da escola por conta do êxodo rural.
O conselho ainda
existe, mas não atuante.
PPP
.A escola surge historicamente como fruto da necessidade de trabalhar com os
conhecimentos produzidos pela humanidade: a cultura, a crença, os valores, as
conquistas sociais e as concepções vividas pelos grupos ou classes.
A organização escolar parte da necessidade
de associação entre a delegação de autoridades pelo sistema educacional e as
instituições de ensino e suas direções. A preocupação centre-se no fato de que
os problemas da escola são globais, por isso a organização parte do pressuposto
de que deva dar conta de uma visão global da escola por meio do projeto
político-pedagógico.
Torna-se uma necessidade e desafio dos
atuais dirigentes, frente a atual legislação, a composição, organização,
construção e ressignificaçao do projeto político-pedagogico, que abrange as
concepções e visões de homem, mundo, escola, sociedade e a busca da
transformação e da emancipação social do ser humano.
E preciso que a escola reconheça que e
preciso todos os seus atores torne-se responsáveis pelos serviços educacionais
que ela presta á comunidade, procurando sempre a melhoria da qualidade do
ensino e da aprendizagem.
Missão
A missão desta unidade escolar é oferecer um ensino de
qualidade e oportunizar aos alunos a garantia do ensino/aprendizagem, resgatando
os valores básicos do cidadão: respeito, liberdade, igualdade, segurança,
respeito e transparência.
Visão
A unidade escolar tem como visão buscar uma educação de
qualidade com transparência, Valorizando respeito, liberdade e igualdade.
Valores
A comunidade escolar tem como valores:
Ø
Qualidade;
Ø Transparência;
Ø Respeito;
Objetivos e metas
Ø Apresentar
oportunidades de adquirir mais conhecimentos e desenvolve-los;
Ø Dar-se
à escola como segmento dinâmico da sociedade e instrumentos da transformação;
Ø Garantir
a formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade.
|
Objetivo
|
Meta(s)
|
Prazo
|
Responsável (is)
|
Status
|
|
Garantir a
formação continuada dos professores via secretaria de educação com o objetivo
de oferecer uma educação de qualidade
|
100% dos professores com formação continuada
|
Durante
todo ano letivo
|
Equipe gestora via SEMEC
|
|
Os objetivos estabelecidos no ppp
sempre foram: Posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas
diferentes situações sociais, utilizando o diálogo como forma de mediar, tomar
decisões coletivas.
GESTÃO ESCOLAR
Ao abordar Gestão escolar e preciso
fazer-se um passeio mais amplo para alem dos muros da escola. A participação
consciente e responsável da comunidade escolar nos processos decisório em ação
articulada e conjunta é fundamental para que haja democratização, ou a tão
pregada gestão democrática e participativa nas escolas.
As escolas são organizadas,
e nelas sobressai a interação entre as pessoas, para a promoção da formação
humana. De fato, a instituição escolar caracteriza-se por um sistema de
relações humanas e sociais com fortes características interativas que
diferenciam das empresas convencionais.
A gestão escolar compreendida como ação
ligada pelo diretor da escola, a gestão é a tarefa da qual resulta a unidade de
ação do estabelecimento de ensino, voltada para a construção da excelência em
torno do seu objetivo. Uma gestão participativa traz consigo novas tendências
em relação à administração escolar em busca de uma escola eficaz. A mudança do
papel do diretor é a busca pela autonomia.
A
gestão escolar, como o nome diz, refere-se à esfera de abrangência dos
estabelecimentos de ensino. A LDB 1996 foi à primeira das leis de educação a
dispensar atenção particular à gestão escolar, atribuindo um significativo
número de incumbências às escolas, como:
Elaborar
e executar a sua proposta pedagógica; administrar seu pessoal e seus recursos
materiais e financeiros; assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aulas
estabelecidas; Velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
Prover meios para recuperação de alunos de menor rendimento; Articular-se com
as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a
escola; informar os pais responsáveis
sobre a freqüência dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta
pedagógica. LDB 94/1996 Art. 2 Inciso VII.
A discussão acerca da democratização de educação
escolar já faz parte da realidade dos
professores, diretores e pedagogos das escolas publicas brasileiras desde a
década de 80, atrelada a uma questão
mais ampla –o processo de democratização política do pais. Esse período da
historia da educação brasileira foi marcado por uma forte efervescência
política no debate educacional, concentrando os esforços coletivos na
redefinição da função social da instituição escolar, na garantia da educação
como direitos constitucional de todos, na elaboração de políticas publicas de
acesso e permanência dos alunos na escola, na construção de propostas curriculares compromissadas com
as camadas populares, na criação de praticas pedagógicas transformadoras e na
implantação e na implantação de instrumentos e mecanismos da gestão escolar.
DEMOCRATIZAÇAO ESCOLAR
Considerando ainda que a democracia é um processo, e como
tal, não e um fim em si mesma. Logo necessita fundar-se em uma participação
constante e ampla para que este processo se realize sob a organização e
construção da sociedade civil organizada. O estado e a sociedade civil
organizada devem trabalhar juntos, para que a democracia se efetive na
organização escolar e social. E neste caso, a gestão de um governo não pode se
legitimar enquanto o principal articulador, da organização escolar como um
único órgão da efetivação da democracia na escola. Todas as instancias
colegiadas, deverão contribuir para que processos educacional se efetive de
forma democrática e transformadora.
Uma sociedade democrática fundamenta-se sempre em processo
decisório com base participativa. Tal
concretização ocorre quando os indivíduos participam do controle de decisões e,
segundo PARO ( 2000 p.154), referindo-se as questões de decisões:
(...) há necessidade de a
administração escolar, ao mesmo tempo em que crie mecanismo que possibilitem a
expressão e participação dos membros da comunidade na escola, esteja também
atenta no sentido de melhor compreender os interesses manifestados pela classe
trabalhadora- e isso não apenas na instituição escolar, mas em todas as
instancias da sociedade.
A
concepção de democracia funde-se à concepção de participação. A participação e
o principio básico de democracia. Neste sentido, torna-se relevante a
participação das instancias colegiadas e
organizadas no processo de ensino e aprendizagem na escola, fazendo parte da
estrutura organizacional da mesma , tais como: Conselho Escolar, APMF,Grêmio
Estudantil, tendo como base a concepção de projeto político-pedagogico que se
alicerça no principio da construção coletiva.
O processo de Gestão escolar
democrática não implica que a escola não tenha uma direção, ou que tudo seja
feito de modo voluntário, ou que o diretor não seja necessário. Pelo contrário,
exige-se muito mais do esforço individual e da participação coletiva responsável,
consciente, planejada, racional, inspirada na cooperação recíproca, numa visão
do trabalho coletivo, responsável e democrático. PARO (2000, p. 161) nos diz “É
na práxis administrativa escolar, enquanto ação humana transformadora, adequada
a objetivos educativos de interesse das classes trabalhadoras, que se
encontrarão as formas de gestão mais adequadas a cada situação e momento
históricos determinados”.
Percebe-se claramente que de
acordo com a ação assumida em sua concretização, a administração da escola será
ou não democrática; é preciso que a coordenação do esforço humano coletivo seja
função de grupos e não de indivíduos aos quais são reservados poder e
autoridade irrestrita sobre os demais.
Ao diretor cabe, então, o
papel de garanti o cumprimento da função educativa que é a razão de ser da
escola. Nesse sentido, é preciso dizer que o diretor da escola é antes de tudo,
um educador; Antes de ser administrador ele é um educador... Um educador por
excelência, dado que, no âmbito da unidade escolar, lhe compete a
responsabilidade máxima em relação à preservação do caráter educativo da
instituição escolar.
Dessa forma,
a escola é responsável pelo processo de formação e informação dos pais e pela
construção de mecanismos diferentes à participação chamando-os a participar de
reuniões, não apenas para escutarem os problemas dos filhos, mas também para
discutirem problemas sociais e políticos ou para resolver problemas de ordem
pedagógicos, estudarem e colaborarem para a construção do Projeto Político-Pedagógico
e do Regimento Escolar. A construção dessa nova forma de administrar a escola é
processo árduo e lento, de avanço e retrocesso, acima de tudo, é uma possibilidade
de mudança.
PARO, V. H. Administração Escolar: Introdução
Crítica. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
BRASIL, Constituição Federal (1988). Constituição
da República Federativa do Brasil, Brasília, DF Senado 1988. LDB, Lei 9.396
de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. Lei
de Diretrizes e Base da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, Promulgada em 20/12/96,
Editora do Brasil, 1996.
